Os estudos da bióloga Maria Gabriela Guimarães Ribeiro dos Santos (1961) sobre novas leveduras de aplicação industrial permitiram simplificar o processo biotecnológico de produção de álcool, a partir de substratos amiláceos obtidos do cruzamento de cepas, que aumentam seu poder amilolítico quando submetidas a novas etapas de melhoramento genético.
Os resultados de suas pesquisas estão reunidos na dissertação de mestrado “Melhoramento genético e caracterização de novas cepas amilolíticas de leveduras obtidas por engenharia genética”, trabalho que lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
Seus estudos envolveram a construção de uma nova linhagem de levedura, a D4, que pode ser utilizada em qualquer processo que requeira a fermentação do amido encontrado em algumas culturas. Aplica-se tanto à fabricação de álcool combustível como à panificação, à fabricação de cerveja light e de destilados do tipo bourbon e à produção de SCP (proteína microbiana para nutrição).