Joana Miller

A carioca Joana Miller, de 32 anos, é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre e doutora em Antropologia Social pelo Museu Nacional também da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu trabalho está voltado para a área de etnologia indígena, atuando principalmente com os temas xamanismo, adornos corporais e Nambiquara. Sua tese tem como tema central o corpo como expressão simbólica entre os Mamaindê, grupo Nambiquara, que habita o norte do Estado do Mato Grosso. Baseada em cerca de um ano de pesquisas de campo, envolvendo o aprendizado da língua nativa, a tese mostra o lugar dos enfeites corporais na constituição dos diferentes tipos de seres considerados humanos por este grupo – o que inclui também espíritos de animais, mortos, entre outros – e na relação entre eles. Os Mamaindê são, até o momento, pouco conhecidos, embora tenham sido visitados por estudiosos como Roquete Pinto e Claude Lévi-Strauss. Os relatos desses estudiosos foram examinados pela pesquisadora, possibilitando uma apreensão das formas sociais-culturais atuais a partir de uma perspectiva histórica. Joana possui artigos publicados no Brasil e no exterior e já é considerada por muitos da área como uma grata revelação.

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