Aristides Azevedo Pacheco Leão

A descoberta do fenômeno conhecido internacionalmente como”Leão’s Spreading Depression” foi de grande valia no campo da neurofisiologia e deu a Aristides Azevedo Pacheco Leão (1914-1992) um lugar entre os maiores pesquisadores do mundo nessa área.Suas pesquisas demonstram que a depressão alastrante, encontrada em mamíferos, aves, répteis e anfíbios, pode ocorrer em qualquer tecido nervoso com suficiente complexidade neuronal e em condições apropriadas do meio interno. Esse fenômeno está estreitamente relacionado com os mecanismos de propagação da epilepsia, da concussão cerebral e da enxaqueca oftálmica, e sua importância nos estudos sobre reflexos condicionados, memória e aprendizado vem sendo investigada por pesquisadores de vários países.Foi pesquisador e diretor do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura. Presidiu três vezes a Academia Brasileira de Ciências.

 

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