No início da década de 30, quando a depressão afetava a cafeicultura, o pesquisador Alcides Carvalho (1913-1993) integrou a equipe do Instituto Agronômico de Campinas, onde desenvolveu estudos para manter o país competitivo nessa área. Graças a suas pesquisas sobre a ferrugem, realizadas dezesseis anos antes de esta praga surgir no Brasil, os agricultores puderam enfrentá-la com êxito.
De seus estudos resultaram variedades de café resistentes à ferrugem e a nematóides, além de linhagens com baixo teor de cafeína e resistentes à seca. Considerado com justiça o “pai da cafeicultura brasileira”, produziu mais de 250 trabalhos científicos.