Prêmio Fundação Bunge

Prêmio Fundação Bunge anuncia temas de 2020

11 de março de 2020
Premiofb Site

Profissionais das áreas de Ciências Agrárias e das Ciências Biológicas, Ecológicas e da Saúde serão homenageados nesta edição

Neste ano, a 65ª edição do Prêmio Fundação Bunge homenageará as áreas de Ciências Biológicas, Ecológicas e da Saúde – Prevenção de doenças infecciosas e Ciências Agrárias – Impactos das mudanças climáticas na produção de alimentos. As indicações ao Prêmio serão feitas pelas principais universidades e entidades científicas do Brasil, e em seguida, Comissões Técnicas compostas por especialistas em cada área de premiação irão avaliar e escolher os homenageados com o prêmio deste ano. Os contemplados serão conhecidos no segundo semestre de 2020.

Serão contemplados dois profissionais de cada área, nas categorias Vida e Obra, na qual o contemplado recebe medalha de ouro e a quantia de R$ 150 mil, e Juventude, destinado a pesquisadores com até 35 anos de idade, com medalha de prata e o valor de R$ 60 mil.

“Há décadas, o Prêmio Fundação Bunge incentiva e homenageia o poder transformador dos indivíduos na sociedade e estimula novos talentos. Além de contribuir para a promoção da discussão de assuntos de interesse da sociedade, a premiação traz para conhecimento público o que há de mais relevante em trabalhos realizados em torno dos temas”, comenta Cláudia Buzzette Calais, diretora-executiva da Fundação Bunge. “Em tempos de epidemia de novas doenças e mudanças climáticas interferindo em diversos assuntos, a escolha dos temas para 2020 visa estimular o debate e propagar o discurso sobre temas tão importantes”, complementa a executiva.

Sobre o Prêmio Fundação Bunge
O Prêmio Fundação Bunge foi criado em 1955 como forma de incentivo a inovação e disseminação de conhecimento e para reconhecer profissionais que contribuem para o desenvolvimento da cultura e das ciências no Brasil, além de estimular novos talentos. Desde então, 198 personalidades foram homenageadas e entre os nomes estão os escritores Jorge Amado e Ruth Rocha, o arquiteto Oscar Niemeyer, o médico e pesquisador Carlos Chagas Filho, o cientista político Fernando Abrucio, o engenheiro agrônomo Eurípedes Malavolta, entre outros.

Na última edição, na área de Ciências Agrárias – Agricultura Familiar, a Fundação Bunge homenageou o engenheiro agrônomo Luciano Cordoval de Barros, criador do Projeto Barraginhas, na categoria Vida e Obra. Já em Juventude, a premiada foi Márcia Alves Esteves, profissional da Emater-MG, reconhecida por feitos voltados ao bem-estar e à segurança alimentar e nutricional.

Ainda em 2019, na área de Artes – Arte Visual de Rua, Paulo Ito ficou com o prêmio Vida e Obra pela sua contribuição com pinturas de rua ligadas à crítica social e de comportamento. Em Juventude, o contemplado foi Rai Campos Lucena, o Raiz, que tem seu trabalho baseado na cultura indígena.