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Centro de Memória Bunge cria sala em homenagem ao Moinho Fluminense


Publicado em 17/11/16 às 17h15 envie a um amigoenvie para um amigo imprimir esta
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Com quase 130 anos de história, o Moinho Fluminense – prédio tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – acaba de ganhar uma Sala Histórica temática em sua homenagem.

Para retratar a história do espaço onde a Bunge Brasil atuava desde 1914, até migrar para Duque de Caxias (RJ) em 2016, e sempre preocupada com a preservação e disseminação da trajetória da empresa e da industrialização no Brasil, a Fundação Bunge criou o espaço na nova unidade, por meio do Centro de Memória Bunge. Assim, a sala oferece uma espécie de viagem no tempo aos visitantes, por meio de imagens, objetos, documentos, maquinários e mobiliário preservados.

Fundado em 1887, no Rio de Janeiro, com alvará de funcionamento assinado pela Princesa Isabel, o Moinho Fluminense foi palco de diversos momentos importantes da história do País, como a eclosão da Revolta Armada de 1893, que levou Rui Barbosa – primeiro Ministro da Fazenda da era Republicana – a buscar refúgio em suas dependências. Hoje, o Moinho se prepara para se tornar um dos futuros complexos do projeto Porto Maravilha.

Para contar essa história de mais de um século, a nova sala foi dividida em três eixos temáticos: Trabalhador, Arquitetura e Trajetória do Moinho.

Para o eixo Trabalhador, foi criado um mosaico fotográfico de atividades ligadas à farinha de trigo onde aparecem padeiros exercendo seu oficio, carregadores de sacos de farinha, publicidades antigas, interior de padarias e postos para venda de produtos. Neste mesmo módulo totens servem como suporte para as principais marcas já produzidas no Moinho, Primor e Ouro Real; uma escultura de autoria de Bruno Giorgi em comemoração ao centenário do Moinho e um sino em bronze maciço, que ecoou pela primeira vez no Moinho Fluminense um ano antes da abolição da escravatura, para convocar os funcionários ao trabalho. Um Moinho Thomas Robinson, utilizado no século XIX para moagem de trigo e uma maquete, restaurada seguindo os critérios e técnicas utilizadas na época de sua produção, preservando sua originalidade complementam o módulo.

O eixo temático Arquitetura ilustra a evolução arquitetônica do prédio e seu entorno. A partir da coleção iconográfica foi possível selecionar imagens do prédio do Moinho Fluminense e a evolução urbana do centro da cidade do Rio de Janeiro desde o final de XIX até meados dos anos 1950.

Para o eixo dedicado à Trajetória do Moinho foi utilizado como elemento museológico uma linha do tempo em azulejaria que estava no antigo Moinho Fluminense, destacando os principais marcos da história da cidade, do país e da Bunge. Foi realizada a remoção, restauro e reinstalação dos azulejos na nova sede do Moinho Fluminense na cidade de Duque de Caxias.

A linha do tempo começa em 1887, com o alvará de funcionamento do Moinho Fluminense assinado pela Princesa Isabel – este também presente na Sala Histórica por meio de uma réplica – e finaliza com novas inserções para atualização da história e registro da mudança do Moinho para sua nova sede em Duque de Caxias.



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