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Projeto de reestruturação da rede de proteção social avança no Pará


Publicado em 03/11/16 às 18h30 envie a um amigoenvie para um amigo imprimir esta
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Nos dias 24 e 27 de outubro, aconteceu a segunda etapa da criação do projeto de melhoria das Redes de Proteção Social à Criança e ao Adolescente de Barcarena e Itaituba, no Pará. Parte do programa de desenvolvimento territorial sustentável Comunidade Integrada, da Fundação Bunge, o projeto é desenvolvido pela Agenda Pública – OSCIP especializada em análise e cooperação em políticas públicas.

Na primeira etapa, que descrevemos em uma notícia anterior, foi realizado um diagnóstico da situação atual nos dois municípios, com foco nas questões ligadas à proteção à criança e ao adolescente. Durante este processo, foram realizadas uma série de entrevistas com representantes das Redes de Proteção Social à Criança e ao Adolescente – formada por instituições como conselhos tutelares, secretarias municipais de Educação, Assistência Social e Saúde, CRAS e CREAS, Ministério Público, Vara da Infância, Polícia Militar, Polícia Civil, entre outros – dos dois municípios.

A segunda etapa, realizada em outubro, consistiu em uma oficina em cada município – Barcarena no dia 24 e Itaituba no dia 27 –, nas quais foram colocadas em discussão as principais questões ligadas ao tema, para definição de quais são mais urgentes em cada localidade. “Foram oficinas de priorização de temas. Ainda não temos o relatório final dos encontros, mas sabemos, pelo diagnóstico, que questões como a exploração e o abuso sexual mostraram-se urgentes nos dois municípios, e Barcarena também apresenta um importante quadro de trabalho infantil relacionado à extração do açaí”, descreve Paulo Rita, coordenador de projetos sociais da Fundação Bunge. “Os encontros foram importantes para que os representantes de cada entidade ficassem cientes das principais ocorrências que chegam até as demais instituições”, completa.

Os próximos passos do projeto são oficinas de benchmarking de outros municípios com desafios similares, elaboração do plano de ação participativo (onde serão definidos os fluxogramas de atendimento das redes de proteção) e, por fim, a definição de um mapa de monitoramento das ocorrências, que ajudará a trazer uma visão mais detalhada de regiões e períodos onde há mais casos que exigem atenção e atuação dessas instituições. “Nosso objetivo final é a reestruturação dessa rede, para criar um fluxo bem definido e adequado aos episódios de risco social para crianças e adolescentes dessas regiões, como envolvimento com drogas, episódios de violência familiar, abuso e exploração sexual, entre outros”, finaliza Paulo.



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