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Tarefa do professor 2.0: aprender novas formas de ensinar


Publicado em 03/05/10 às 10h30 envie a um amigoenvie para um amigo
Em todas as profissões, há uma necessidade de aperfeiçoamento constante com intuito de acompanhar a rápida evolução do conhecimento e da tecnologia. Na sala de aula, esse cenário não é diferente. Lidar com jovens em um ambiente em que a educação é a base do relacionamento, é mandatório se reciclar, se informar todo o tempo e descobrir novas técnicas para manter a garotada estimulada e capaz de absorver o conhecimento passado na sala de aula.
 
Neste meu primeiro post, gostaria de levantar essa reflexão: o quanto e como os professores estão se preparando para lidar com essa nova geração de alunos – apelidada por Geração Y - jovens apaixonados por conteúdo (nem sempre o paradidático) e diversão, utilizando principalmente a Internet e outras tecnologias móveis para obter esse conhecimento.
 
Velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia são os valores que regem a Geração Y, que é caracterizada por jovens nascidos entre 1978 e 1990. Além disso, possui forte influência da cultura do hedonismo e são, em sua maioria, autores de blogs e gestores de comunidades nas redes sociais.
 
Embora muitas escolas já tenham acesso às tecnologias, é difícil saber até onde os docentes estão conseguindo levar e agregar o seu conhecimento. De fato há uma comunicação correta ou interesse dos alunos pelo conteúdo apresentado em sala de aula?
 
Aí vem a pergunta que responderia muitas destas dúvidas: mas, a quem cabe a responsabilidade da formação destes educadores para trabalhar com esta nova geração?
 
Tenho por mim que, embora em escala maior, não é apenas do governo. Sim, o professor de hoje deve ir além das fronteiras e entender o seu novo público. Aproveitar as novas ferramentas e trabalhar de forma diferenciada para atender às expectativas de seus alunos e, consequentemente, crescer como profissional.
 
Acredito ainda que iniciativa privada possa colaborar de alguma forma neste novo cenário. Afinal, todo o esforço para uma educação de qualidade deve ser levado em consideração, até porque numa realidade dinâmica do mundo atual, necessitamos de crianças e jovens preparados para a vida em sociedade, sujeitos de sua história, ativos na busca de conhecimento, comprometidos e engajados.
 
Cecilia Carvalho, coordenadora de projetos da Fundação Bunge
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